06 julho 2006

Pós-modernidade e fé cristã

Quase todas elas são bobagens sem mais tamanho, mas se há uma característica da tal pós-modernidade, (são poucos os bons teóricos que usam tal termo) é a descrença na possibilidade de um conhecimento pleno sobre as coisas, o ceticismo quanto à pura apreensão do que de fato é um objeto por parte do sujeito; enfim, a descrença na objetividade racional.

2 comentários:

Anônimo disse...

Você não explicou por que a metafísica de Kant é tosca. Sua tentativa de interpretação é nitidamente uma cópia piorada de trechos de artigos do Olavo de Carvalho. Experimente ler os autores que critica. E use menos adjetivos. O excesso deles mostra a fraqueza da argumentação do artigo.

Eliot D. Chambers disse...

"cópia piorada dos artigos do Olavo de Carvalho."

Sabe que é mesmo. Concordo e assumo a influência. Só quero que você me mostre, com base nos textos dele, se as críticas a pós-modernidade (acho que ele nem usa o termo, costuma se referir diretamente a autores) que fiz foram feitas nos mesmos termos que ele faz.

A metafísica de Kant é tosca porque dissocia sujeito de objeto, dá margem ao subjetivismo, que, por sua vez, dá margem a um monte de outras porcarias pseudo-filosóficas.

Mostre a cara que podemos aprofundar a conversa.

Ah, e eu uso quantos adjetivos eu quiser, ok?