29 abril 2008

Um Judiciário e uma Polícia Privados? Considerações Adicionais

Sobre o meu último artigo, “Um Judiciário e uma Polícia Privados?”, convém tecer algumas considerações adicionais, com a finalidade de aclarar dúvidas decorrentes para as pessoas ainda não muito acostumadas com a idéia de uma sociedade livre.
Como vemos, todo o dinheiro disponível para sustentar a queixa do cidadão pobre não é inexistente, mas, de fato, oculta sob os custos da intervenção estatal vigente em nossa sociedade. Hoje, devemos nos dar por satisfeitos quando pelo menos uma parte do roubo nos é retornada, o que, convenhamos, é freqüentemente raro. Depois, todos os custos decorrentes da ação estatal são suportados pelas vítimas, e não pelos agressores!

Um Judiciário e uma Polícia Privados?

O que o liberalismo tem a dizer sobre organizações fundadas e mantidas por pessoas más guarda relação direta com a população: se esta for uma população má, o mal prevalecerá, sem dúvida, aliás, tanto quanto em uma sociedade cujos serviços fossem estatais; mas se a maioria da população entende que é conveniente apoiar as empresas boas, e neste caso específico, os tribunais, os investigadores e as polícias privadas voltadas para o bem, então o que teremos será a vitória do bem sobre o mal, do honesto sobre o desonesto, já que os bons, sobrepujando os maus, apoiarão e financiarão corporações boas, que se manterão no mercado, enquanto os maus apoiarão e financiarão as empresas más, que ou terão vida curta, ou viverão precariamente em estado de marginalidade.

Pergunte a si mesmo: Que instituições você próprio contrataria, apoiaria e financiaria? As eficientes ou ineficientes? As honestas ou desonestas? Pense nisto!

25 abril 2008

Mágica solução para a guerra

Sobre Guerra e Liberdade de Rodrigo Constantino
Ótimo artigo, Rodrigo. Levou-me a conclusão de que, definitivamente, tenho muito pouco a ver com os chamados libertarians.
Na verdade, dependendo da conceituação, precisa, do que venha a ser “conservador” também não me enxergo como um. Mas, como digo, isto depende...

22 abril 2008

Um breve parágrafo sobre uma velha mentira

Gary North quebrando as pernas dos que insistem em associar cristianismo e socialismo com interpretações para lá de forçadas. Aqui.

21 abril 2008

Desigualdade e Desafio

Caro colega,
Eu também tive um amigo mais pobre como esse teu da Tijuca. Seus pais tiveram 12 filhos em Gravataí, na periferia de Porto Alegre. À época meio rural, meio urbana (anos 60-70). Meu camarada estudou em colégio agrícola na vizinha Cachoeirinha, onde morei por 9 longos anos. Quando me mudei para lá, com 15 anos, meus amigos me gozaram, pois morar naquela cidadezinha, que conseguia ser pior que Gravataí era um óbvio sinônimo de decadência.

16 abril 2008

Como se Destroem os Nossos Valores!

Nossas regras de boa civilidade asseguram o estado de paz e de comunhão em sociedade. (...) Infelizmente, é exatamente o contrário que se dá quando alguém tem a idéia estúpida de subtrair a moral do povo para regulá-la segundo a lei. Quando um político idiota (ou espertalhão) inventa uma coisa destas, ele simplesmente troca um juízo de oportunidade de quem vivencia uma situação concreta pelo seu, distante, arrogante e autoritário, e cria o que vimos naquela cena, ou seja, a discórdia e o descontentamento (...).

14 abril 2008

Comércio Justo é Negócio Livre!

Quando uma empresa de consultoria empresarial, particularmente uma que é ponta-de-lança no mundo atual dos negócios, sugere aos seus alunos que considerem a satisfação da outra parte como requisito para um bom negócio, talvez assim mais preocupada com um “mundo melhor” do que mais propriamente com a lucratividade da empresa que é sua cliente, na verdade, confessa sua ignorância sobre o fundamento da sociedade livre e pior, lança uma informação errônea e até mesmo preconceituosa, na medida em que parte do princípio que um dos interlocutores conheça de antemão e melhor os objetivos do outro, do que este mesmo!

09 abril 2008

A trama por detrás do galpão do aviário

Os acontecimentos galináceos destas semanas no meio político abrem ainda mais as portas do fundo do aviário lulo-petista onde existe na realidade um circo armado onde pode-se enxergar ainda mais claramente o verdadeiro tema da encenação.(leiam mais)

A Liberdade de Expressão, como um Direito de Propriedade

O grande problema da liberdade tratada de forma específica, e no caso do assunto aqui em tela, ou seja, a liberdade de expressão – é que, por ser categorizada de forma errônea, surgem cada vez mais casos onde exceções e restrições se façam necessárias, oferecendo com isto o pretexto para os seus inimigos defenderem seu controle ou até mesmo a sua extinção.
Sem nem sequer pensar em restringir a liberdade de ninguém, o que entendemos por “liberdade de expressão”, por eles é tratada segundo o direito de propriedade! De uma só tacada, todos os problemas assim desaparecem. Isto porque, o que se vai dizer, quem vai dizê-lo e o modo como será dito são determinados pelo dono do evento! Simples assim!

07 abril 2008

Como debater o aquecimento?

Há várias formas de debater o aquecimento global antropogênico. O razoável é saber, de início, o que se debate verdadeiramente: médias térmicas ou interesses?

06 abril 2008

A bússola de Kubrick

A liberdade total pode ameaçar um regime de liberdade? Ou o verdadeiro regime democrático-liberal pode se sustentar nos moldes 'libertários' ou 'anarco-capitalistas' onde não se leva em conta o peso da tradição e a limitação à liberdades que possam vir a ser destrutivas?

03 abril 2008

Palavras de um espectador no Velho Oeste

O artigo "No velho Oeste" do filosofo Olavo de Carvalho suscitou grande interesse de minha pessoa. Não por eu ter um blog, mas porque participo reservadamente do tiroteio virtual anunciado em seu texto ( www.olavodecarvalho.org/semana/080320jb.html ).

01 abril 2008

Pais e Mães, Prestem Atenção!

Trata-se da obra Construindo e Aprendendo – Ciências – Editora Construir - 2º Ano/3ª série, o qual, não se sabe se a despeito ou mérito por seguir as mais novas recomendações do Ministério da Educação, assim faz propaganda no alto de sua capa.Foi num domingo em que me pus a avaliar a matéria conjuntamente com a minha filha, visando a prepará-la para uma prova que teria na segunda-feira seguinte, que me deparei com os erros que estão aqui arrolados. Num só capítulo – nos outros ainda não passei os olhos de forma judiciosa - encontrei-me com casos flagrantes de informações falsas, textos truncados, semanticamente pobres e gramaticalmente errados.