11 junho 2007

Bebê paulista sem cérebro alimenta debate sobre aborto

Leiam o relato do estado atual de Marcela:
"Não tem a calota craniana, e o espaço que seria ocupado pelo cérebro é preenchido por líquido. É capaz de segurar objetos e reconhecer a presença da mãe, características que a medicina não consegue justificar em um quadro de anencefalia."

3 comentários:

Marco Aurélio Antunes disse...

De acordo com a lei brasileira, uma pessoa não pode fazer aborto "quando quer". Ou seja, a tal "filósofa" está apoiando uma prática ilegal. Ademais, sob o ponto de vista ético, a posição dela também é insustentável, já que não é possível defender a noção de que um ser se torna humano quando nasce.

Cláudia disse...

É incrível como se encontra argumentos pro-vidas ou (pró-parto) em post's sobre o aborto.
E é sempre tão difícil encontrar qualquer comentário sobre post's falando das condições dos orfanatos, ou as crianças abandonadas ou vítimas da violência e turismo sexual nesse país...No Brasil, fala-se demais e faz-se de menos, enquanto se discute sobre a descriminalização do aborto, muitas crianças estão passando fome, frio e maus tratos. Que tal pararmos de criticar sobre os direitos do corpo da mulher e deixar isso para que nós decidimos o que é melhor para nós, e vamos pensar nas crianças que já estão nascidas e esperando algo de bom aconteça à elas?... Como disse, falar é fácil...

Anônimo disse...

Claudia,
porque o corpo é da mulher, mas a vida que está instalada nela não. Ser mulher é isto: ser capaz de gestar outra vida. É uma tarefa altruísta e linda, não queira transformá-la em assassinato.

Lembre-se: NENHUM ser humano tem o direito de deliberar se outro ser humano tem direito à vida, ou não.