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05 janeiro 2010

Balança Comercial Brasil - EUA

Vários jornais noticiaram hoje o fato de que tivemos um déficit comercial com os EUA de mais de US$ 4 bilhões 2009, no acumulado de janeiro a novembro. Se analisarmos os dados, veremos que foi em 2008 que a balança comercial brasileira começou a se inverter com os EUA. Parte da culpa, obviamente, é da crise que atingiu a economia americana em 2009. Mas parte da explicação reside num reajuste necessário dos fluxos de dólares no mundo. Os EUA há vários anos eram deficitários com praticamente todos os países com que estabelecem relações comerciais estáveis e amigáveis. Com isso, a tendência mundial deveria ser de desvalorização do dólar frente outras moedas, como forma de compensar o maior dispêndio dos americanos no exterior. (continue aqui)

23 julho 2008

A geografia desmente a aliança sino-russa

Se para a Rússia, a vulnerabilidade está na posição – ter que lutar entre duas frentes possivelmente aliadas, China e Otan – para a China, trata-se de uma questão quantitativa e tecnológica: em termos militares/nucleares, a Rússia está muito à frente.

21 dezembro 2007

29 agosto 2007

Pequim assalta os espíritos

A ditadura comunista da China resolveu legislar - pasmem! - sobre a reencarnação dos monges budistas. Acharam absurdo? Pois para o sedutor totalitarismo de Pequim é a coisa mais normal do mundo: http://www.msnbc.msn.com/id/20227400/site/newsweek/ .

23 julho 2007

Êta, nóis!

Não faz absolutamente nenhum sentido. É loucura, e definitivamente não é do interesse dos consumidores.
Arnold Schwarzenegger, governador da Califórnia sobre o subsídio americano ao etanol doméstico.
“Diga não a venda do etanol! O etanol é nosso.” É só o que falta ouvirmos sobre este combustível e sobre a possibilidade de efetuarmos um acordo com os EUA que contemple a maioria dos interessados. “Segredo nacional” que não pode ser dividido com os gringos, dizem os protecionistas que já perderam o bonde da história. Quem expropria a riqueza nacional não é o comércio externo, mas o próprio estado através de seus tributos acachapantes. A carga tributária incluída na energia corresponde a 43,7% em média da conta paga pelos consumidores. Se as estatais que controlam a produção energética no país não abrem seu capital para investimentos, qual afluxo de capital pode ser garantido? É da governança corporativa e da transparência, que fogem as estatais.
Por outro lado, a obtenção de licenças ambientais, no caso as prévias que não garantem a licença de operação, podem levar até dois anos. Isto muito embora o Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) preveja sua obtenção em, no máximo, 12 meses. Estes são alguns obstáculos reais, ameaças reais ao nosso desenvolvimento e não um paranóico “interesse externo”. Quem dera houvesse mais e mais interessados em produzir e comprar o que é nosso.
(...)